VídeoThe Witch and The Hundred Knight (O que tenho jogado…)

Uma grata surpresa essa demo! Entra pra lista de prioridades no PS4.

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Vídeo: Broken Age – parte 1

Tinha ouvido falar um pouco sobre Broken Age através de um podcast (acho que Podquisition) mas nunca fui atrás de outras informações, pois raramente jogo em PC.
Então, aproveitando que o jogo foi disponibilizado gratuitamente na PSN para assinantes da Plus, resolvi começar.

A primeira coisa que se nota é a arte, que lembra um estilo de pintura clássica. Escolhi Vella para começar e achei tanto os diálogos como as caracterizações divertidas (especialmente a irmã mais nova viciada em doces e o avô rabugento).

A segunda coisa que percebi foi o quanto o jogo lembra os antigos adventures de computador, que nunca tive a chance de jogar porque nunca fui muito de jogar em PC. (o máximo que joguei na época foi Monkey Island, que apesar de ser um barato, não era um gênero que curti muito na época).

Mesmo sem ter jogado a maioria deles, eu acompanha através das revistas de games, ali no final dos anos 90. Maniac Mansion, Indiana Jones, Grim Fandango…

Graças ao The Walking Dead da Telltale, os jogos estilo adventure reconquistaram audiência e ganharam novos títulos (só a Telltale já lançou vários jogos usando o estilo próprio dela).

Gostei do que vi até agora, e irei postar a segunda parte ainda essa semana, com mais impressões sobre a obra.

Super Meat Boy (ou “Sua princesa estará em todas as próximas fases”)

Super Meat Boy não é um jogo novo (foi publicado em 2010!), mas apareceu como um dos jogos gratuitos desse mês pra quem assina o serviço Plus da Sony apenas agora.

Joguei um pouco e gravei um vídeo, passando as primeiras fases:

Foi a primeira vez que tive contato com o título. Nunca joguei antes, apenas havia lido uma ou outra matéria e visto algumas screenshots.

Recentemente havia lido que o compositor da trilha sonora original, por causa de alguma desavença com a equipe de desenvolvimento, não permitiu que sua trilha fosse usada no jogo de PS4, então ela ganhou uma nova versão.

A trilha sonora não é memorável, mas cumpre seu papel.

Vou resumir, porque só joguei o primeiro mundo e pelo que vi dá pra perceber o padrão do resto de jogo: sinto como se fosse uma variação de Angry Birds. Fases curtas repetivivas onde você busca uma pontuação, tenta encontrar um item secreto, etc.

Sendo um jogo vindo da mente criativamente doente de Edmund McMillen eu esperava algo mais variado. Talvez seja um efeito de “retro-spoiler”, já que o fantástico The Binding of Isaac veio depois.

Enfim, não me vejo jogando SMB (essa sigla é coincidência né?) novamente.

(Artigos demarcados com a tag “exposição” tratam sobre jogos que eu nunca tive acesso que conheço muito pouco, como se fosse um “Primeiras Impressões”).